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A mostrar mensagens de Novembro, 2016

Poderia o setor empresarial de Penacova ser mais robusto?

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Poderia, sim, respondo eu, ao olhar para o guia recentemente publicado pelo jornal "As Beiras" que faz uma lista das mil maiores empresas do distrito de Coimbra. Nessa publicação encontro vinte e três empresas, com sede no concelho, de setores tão diversos como a produção alimentar, transportes, madeiras, construção civil e metalomecânica. Ao todo, este conjunto de empresas é responsável por pouco mais de setecentos postos de trabalho, sendo que, a esmagadora maioria se enquadra no perfil das chamadas PME, ou seja, pequenas e médias empresas. Mas então porque é que o tecido empresarial poderia ser mais robusto e não é? Em primeiro lugar, por erros cometidos no passado por quem nos governou, principalmente, ao nível do poder local. Penacova não soube tirar partido das boas acessibilidades, no caso, o IP3, o IC6 e o facto de estarmos numa posição próxima dos principais eixos rodoviários do país. Na década de noventa optou-se pela criação de um edifício para albergar empresas,…

Lá em Newark mas com o coração em Penacova

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Está nos Estados Unidos há três décadas e pensa em voltar num futuro próximo. As saudades de Monte Redondo, onde já não vem há três anos, são muitas - "Nem calcula!" - suspira Armindo Costa, o presidente do grupo "Amigos de Penacova" que, este sábado, organiza mais um convívio de confraternização penacovense em Newark. "Penso regressar a Portugal mas deixo raízes aqui. A minha filha já nasceu cá", conta-me Armindo Costa que é um dos fundadores do grupo. Tudo começou em finais da década de oitenta, altura em que Alípio Simões de Oliveira, também conhecido em Penacova por José Sutil, foi presidente da direção da Associação dos Bombeiros Voluntários de Penacova. Rogério Ferreira, um seu familiar que estava a trabalhar nos Estados Unidos, prontificou-se a organizar uma comissão que recolhesse fundos para ajudar os bombeiros. Entre os entusiastas deste grupo "Amigos de Penacova" contavam-se Albino Santos, Antero Simões, Fernando F. Ribeiro, Fernando…

Obras feitas e portas fechadas há sete anos

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O que são Julgados de Paz? Numa definição muito sucinta são tribunais criados para agilizar a administração da justiça, em estreita colaboração com o poder local e numa perspetiva de proximidade entre a justiça e os cidadãos. Os primeiros Julgados de Paz entraram em funcionamento em 2002 e hoje, no distrito de Coimbra, eles estão de portas abertas em vários municípios (Cantanhede. Coimbra, Mira, Montemor-o-Velho, Miranda do Corvo e Vila Nova de Poiares). Os Julgados de Paz são competentes para resolver causas comuns de natureza cível, cujo valor não exceda quinze mil euros. Passo a dar alguns exemplos: conflitos entre condóminos, escoamento de águas, abertura de janelas e portas, arrendamento urbano, incumprimentos de contratos e obrigações, etc. Em junho de 2009, ainda na gestão PSD - o PS ganharia as eleições, nesse ano, em outubro - a câmara de Penacova deu os primeiros passos para a instalação de um Julgado de Paz. Na antiga Tesouraria, ao lado das Finanças, foram feitas, através…