Projeto do hostel já não avança
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| Edifício numa foto do século passado |
O projeto do hostel delineado por Pedro Cardoso Pinto para Penacova não vai avançar. Depois de ter sido chumbada a candidatura a fundos europeus, através do "Portugal 2020", o empreendedor disse à Livraria Mondego que sem essa verba o projeto tornou-se inviável. "Foi um esforço inglório porque investimos algum dinheiro na elaboração da candidatura, no projeto de arquitetura, no plano de negócio e a avaliação do júri foi negativa." O investimento estimado para a adaptação de parte do edifício rondava, numa primeira fase, o meio milhão de euros - "sem a ajuda dos fundos comunitários não é possível avançar. Eu queria fazer algo com qualidade, como Penacova merece, mas assim é incomportável!"
Segundo Pedro Cardoso Pinto, "o parecer foi muito claro e rejeitou o projeto porque tinha por base um conceito já existente, o do hostel."
Nem o envolvimento de parceiros locais pesou na decisão - "em Penacova continua a fazer sentido um projeto deste género. Queríamos envolver parceiros locais, as empresas de animação, das descidas de rio, a autarquia, porque existe mercado para o alojamento", esclareceu o empreendedor.
Apesar de ter caído por terra a criação do "Hostel Dêgo", era assim que se iria chamar, Pedro Cardoso Pinto continua atento às oportunidades. "Para já estabeleci uma parceria com a Escola Beira Aguieira para o alojamento de estudantes, mas vou acompanhando a evolução dos acontecimentos."
Em relação às antigas instalações do BPI e da CGD, ambas no mesmo edifício, Pedro Cardoso Pinto adiantou que tem havido contactos mas os espaços continuam disponíveis para arrendamento.

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